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quarta-feira, 13 de abril de 2011

Dica: Por que investir no Brasil?




Economicamente, porque o País:

• É o quinto mercado de celulares e de computadores domésticos do mundo.
• É o primeiro exportador mundial de carne bovina e de frango e o quarto maior exportador de suínos.
• É o segundo exportador mundial do complexo soja (grão, farelo e óleo).
• É o primeiro exportador mundial de açúcar e suco de laranja.
• É o quinto maior mercado e o sexto produtor mundial de veículos.
• É o maior exportador mundial e o segundo maior produtor de etanol.
• O Brasil é o segundo produtor mundial de ferro e o terceiro maior produtor de bauxita.
• É líder mundial na produção de celulose de eucalipto
• É o oitavo mercado consumidor do mundo.
• É o terceiro mercado consumidor de cosméticos do mundo.
• Possui a quarta carteira de petroleiros encomendados do mundo.
• Tem uma área de 8,5 milhões de quilômetros quadrados;
• Possui 170 milhões de habitantes e uma população economicamente ativa de 90 milhões de pessoas;
• Apresenta evolução demográfica anual de 2,5 milhões de pessoas;
• É uma porta de entrada para o Mercosul;
• Possui fronteira com dez países: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela;
• O Brasil passou a ocupar o sexto lugar na economia mundial desde dezembro de 2009, conforme o Banco Mundial;
• O Brasil é responsável por metade da economia da América do Sul;
• Possui a maior e mais diversificada base industrial da América Latina e do Caribe;
• É o primeiro produtor mundial de jatos regionais e quarto maior produtor mundial de aeronaves comerciais;
• É o maior produtor mundial de café, laranja e guaraná;
• O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar, juntamente com a Índia;
• Abriga a maior indústria de base florestal da América Latina;
• É um dos maiores produtores mundiais e exportadores de produtos minerais brutos e processados;
• Possui grandes depósitos de minério de manganês, estanho e ouro;
• É um dos maiores produtores mundiais de biocombustíveis;
• O Brasil ocupa o 17º lugar no ranking mundial de reservas de petróleo, e aparece na 11ª posição entre os maiores produtores do planeta;
• Possui excelente rede viária e de transporte fluvial, além de extenso litoral, com inúmeros portos;
• É um dos maiores produtores mundiais de alimento;
• O Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo, com um número superior a 198 milhões de cabeças de gado de corte;
• É o segundo produtor mundial de alimentos orgânicos;
• É o terceiro maior produtor mundial de frutas;
• É o terceiro maior produtor de alimentos transgênicos;
• Possui um dos mais modernos sistemas de telecomunicações;
• Detém o mais moderno e avançado sistema bancário do mundo;
• A produção de bens de consumo duráveis sempre se destaca como uma das que mais cresce e tem saldos positivos no país;
• Possui uma moderna e competitiva indústria têxtil, responsável por 4,9% do PIB total da Indústria brasileira;
• O Brasil é o país que mais espaço livre tem para expandir sua fronteira agrícola, e detém a maior área de terras agricultáveis no mundo;
• Oferece excelente infra-estrutura para o turismo;
• Recebe mais de 5 milhões de turistas estrangeiros por ano;
• É o terceiro maior produtor mundial de calçados, com uma indústria de couro altamente competitiva;
• É o terceiro na produção mundial de refrigerantes;
• Possui a quinta maior indústria da borracha e ocupa o 2º lugar no ranking mundial de recauchutagem de pneus;
• Possui a sétima indústria química do mundo;
• É o oitavo maior produtor mundial de aço (27 milhões de toneladas por ano);
• Possui a décima maior indústria de papel e celulose.









Culturalmente, porque o País:

• é pacífico e multirracial;
• respeita os imigrantes e suas crenças.









Politicamente, porque o País:

• vive no regime democrático;
• possui instituições públicas estáveis, como a Câmara dos Deputados, o Senado Federal e tribunais;
• é livre de conflitos, defende leis internacionais e promove a paz e o progresso entre as nações.

Informações adicionais – http://www.ibge.gov.br
Fonte: Ministério das Relações Exteriores (MRE), 2010. 

Notícia: Missão comercial projeta US$ 1,5 bilhão em exportações e novos investimentos entre Brasil e China



O Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior (MDIC) e a Agência Brasileira de Promoção de Exportações e Investimentos (Apex-Brasil), com apoio do Ministério das Relações Exteriores (MRE), divulgaram, nesta terça-feira, 12 de abril, os resultados da Missão Comercial à China (Hong Kong e Pequim), que teve início no dia 7 de abril e terminou hoje (12).
No total, as projeções das exportações das empresas que participaram da Missão e de novos investimentos entre Brasil e China superaram US$ 1,5 bilhão.
O anúncio foi feito pelo ministro do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior, Fernando Pimentel, durante o “Seminário Empresarial Brasil-China: para além da complementaridade”, organizado pela Confederação Nacional da Indústria (CNI) e pelo MRE como parte da programação da visita oficial da presidenta Dilma Rousseff à China.
"O total de investimentos chineses no Brasil e a previsão de novas exportações à China anunciados durante a visita da Presidenta confirmam o cenário favorável para essa relação estratégica que pretendemos estabelecer. Sabemos que o consumidor chinês demanda cada vez mais qualidade, e nós queremos ser, também, um parceiro tecnológico e inovador com a garantia de agregar maior valor aos nossos produtos e promover o crescimento da indústria brasileira", afirmou o ministro Fernando Pimentel aos empresários e às autoridades que acompanham as missões, como o ministro das Relações Exteriores, Antonio de Aguiar Patriota, o presidente da CNI, Robson Braga de Andrade, e o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges.
As mais de 40 empresas e entidades setoriais participantes da missão comercial organizada por MDIC e Apex-Brasil estimam exportações de US$ 120 milhões para os próximos 12 meses. Integraram a comitiva empresários, representantes de entidades, tradings e comerciais exportadoras dos complexos de agronegócios (café, carnes, sucos, alimentos industrializados, vinhos, entre outros) e moda (indústria têxtil e confecções, calçados, componentes para calçados e joias).
Na área de investimentos, também foram divulgados projetos nos setores de tecnologia da informação (TI) e alimentos. Entre os destaques, estão investimentos chineses de US$ 350 milhões em uma planta de processamento de óleo de soja na cidade de Barreiras (Bahia) e de cerca de US$ 300 milhões na construção de uma planta para produção de equipamentos de TI em Goiás. Os dois aportes de recursos foram feitos com apoio do Centro de Negócios da Apex-Brasil em Pequim.
Na área de investimentos diretos na China, a Marfrig, gigante do ramo de carnes, anunciou que investirá US$ 250 milhões na constituição de centros de distribuição no país asiático.
Também foram anunciados diversos acordos que servirão como base para expansão de novos investimentos de promoção das exportações brasileiras à China: parceria entre o Inmetro e o Instituto Nacional de Metrologia da China (NIM) para adaptação e trabalho conjunto de harmonização; busca de oportunidades no setor de energia, liderada pela Eletrobras e a State Grid Corporation of China ; acordo entre a Rede Bandeirantes e a chinesa CCTV para intercâmbio de programas de TV; cooperação técnica entre a Petrobras, a SinoChem e a Sinopec; e venda de 10 aviões E-190 da Embraer para a China South.
A missão
Em Hong Kong, entre os dias 7 e 9 de abril, a comitiva brasileira participou de várias rodadas de negócios com potenciais compradores chineses e empresas com sede em países do sudeste asiático (Tailândia, Vietnã, Cingapura, Indonésia e Malásia). As entidades conheceram o Hong Kong Trade and Development Council (HKTDC) e fizeram visitas técnicas ao porto de Hong Kong, um dos mais importantes do mundo, e a um supermercado, onde os brasileiros puderam conhecer de perto as especificidades dos produtos comercializados na região.
Já em Pequim, os empresários brasileiros tiveram a oportunidade de visitar o Centro de Negócios da Apex-Brasil na China, onde assistiram a uma apresentação de João Lemos, da Embraco, empresa brasileira que detém 20% do mercado mundial de compressores para refrigeração e que está presente na China há mais de 15 anos. Na segunda-feira, 11 de abril, a comitiva teve rodadas de negócios com chineses. E, no dia 12, o último da Missão com agenda organizada por Apex-Brasil e MDIC, as empresas se integraram à missão CNI / MRE e assistiram a seminários apresentados por diversos executivos e representantes de governo de Brasil e China, tendo sempre como tema as oportunidades de negócios e investimentos para brasileiros e chineses. A presidenta Dilma Rousseff discursou durante o evento e cumpre programação de viagem à China até o dia 15.
“A Apex-Brasil e o MDIC vêm trabalhando de forma sistemática para transformar em negócios as oportunidades na China, principalmente para produtos de maior valor agregado. Sabemos do grande potencial desse mercado e esperamos que essa Missão contribua para que a parceria comercial entre Brasil e China cresça ainda mais e de forma sustentável”, afirma o presidente da Apex-Brasil, Mauricio Borges.

Apoio local ao exportador brasileiro na China
Desde maio de 2009, a Apex-Brasil mantém um Centro de Negócios (CN) em Pequim. A estrutura tem como objetivo orientar e apoiar o empresário brasileiro que pretende realizar negócios na China. O CN de Pequim trabalha para promover as exportações e a internacionalização de empresas brasileiras, oferecendo: estudos de inteligência comercial e competitiva, com a elaboração de relatórios de percepção de mercado customizados; promoção de negócios por meio da realização de missões comerciais, feiras, rodadas de negócios e visitas técnicas; e apoio à instalação local, auxiliando a empresa brasileira a abrir uma unidade na China.
O CN de Pequim já atendeu 94 empresas brasileiras, prestando informações sobre como negociar com os chineses, detalhando as oportunidades do mercado, organizando participações em encontros de negócios com os empresários chineses e oferecendo a estrutura física do CN para as empresas brasileiras que desejam manter representante no local.
Além da estrutura do CN de Pequim, a Apex-Brasil vem realizando ações de forma sistêmica e constante no mercado chinês, com vistas a promover as exportações brasileiras para o país asiático. Em 2009, foram realizados seminários de sensibilização em 52 províncias chinesas, com objetivo de mostrar oportunidades de negócios no Brasil. A Apex-Brasil também coordenou a montagem do pavilhão brasileiro na Exposição Universal de 2010 (em Xangai), que recebeu mais de 2 milhões de visitantes. Seminários de divulgação do café e dos calçados brasileiros também foram promovidos pela Agência na China.

Comércio Brasil-China
A China é hoje o principal parceiro comercial brasileiro. Em 2010, o Brasil exportou para os chineses US$ 30,785 bilhões e importou US$ 25,593 bilhões, resultando em superávit de US$ 5,192 bilhões. As vendas externas para a China no ano passado cresceram 46,57% em relação ao montante exportado em 2009 (US$ 21,003 bilhões).
Os principais produtos brasileiros comprados pelos chineses no primeiro bimestre de 2011 foram minérios de ferro não-aglomerados (US$ 2,115 bilhões), óleos brutos de petróleo (US$ 712 milhões), minérios de ferro aglomerados (US$ 319 milhões), pasta química de madeira (US$ 170 milhões), ferronióbio (US$ 82,731 milhões), outros grãos de soja triturados (US$ 52,941 milhões), pedaços e miudezas de galo e galinha congelados (US$ 50,012 milhões), pasta química de madeira para dissolução (US$ 38,938 milhões), veículos aéreos mais pesados (US$ 32,439 milhões) e óleo de soja em estado bruto (US$ 27,134 milhões).

Mais informações para a imprensa:Assessoria de imprensa / Apex-Brasil
55 61 3426-0202
imprensa@apexbrasil.com.br
Assessoria de imprensa / Ministério do Desenvolvimento, Indústria e Comércio Exterior
55 61 2027-7198
ascom@mdic.gov.br


FONTE: http://desenvolvimento.gov.br/sitio/interna/noticia.php?area=1&noticia=10568 

segunda-feira, 28 de março de 2011

SAIBA + Brasil

ACNUR NO BRASL



“O Brasil é um país de asilo e exemplo de comportamento generoso e solidário”
António Guterres, Alto Comissário das Nações Unidas para os Refugiados, durante sua visita ao Brasil em novembro de 2005
  
O Brasil sempre teve um papel pioneiro e de liderança na proteção internacional dos refugiados. Foi o primeiro país do Cone Sul a ratificar a Convenção de 1951 relativa ao Estatuto dos Refugiados, no ano de 1960.  Foi ainda um dos pri
meiros países integrantes do Comitê Executivo do ACNUR, responsável pela aprovação dos programas e orçamentos anuais da agência.

O trabalho do ACNUR no Brasil é pautado pelos mesmos princípios e funções que em qualquer outro país: proteger os refugiados e promover soluções duradouras para seus problemas.

O refugiado dispõe da proteção do governo brasileiro e pode, portanto, obter documentos, trabalhar, estudar e exercer os mesmos direitos que qualquer cidadão estrangeiro legalizado no Brasil que possui uma das legislações mais modernas sobre o tema (lei 9474/97).

No Brasil, há atualmente 4.239 refugiados reconhecidos pelo governo (2009), provenientes de 75 países diferentes. As mulheres constituem o 30% dessa população. A maioria dos refugiados está concentrada nos grandes centros urbanos do país.

O Brasil é internacionalmente reconhecido como um país acolhedor. Mas aqui também o refugiado encontra dificuldades para se integrar à sociedade brasileira. Os primeiros obstáculos são a língua e a cultura. Os principais problemas são comuns aos brasileiros: dificuldade em conseguir emprego, acesso à educação superior e aos serviços públicos de saúde e moradia, por exemplo.

O escritório do ACNUR no Brasil localiza-se em Brasília. A agência atua em cooperação com o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), ligado ao Ministério da Justiça. Além disso, para garantir a assistência humanitária e a integração dos refugiados, o ACNUR atua também em parceria com diversas organizações não-governamentais (ONGs) em todo o país. São elas a Associação Antônio Vieira (ASAV), a Cáritas Brasileira, a Cáritas Arquidiocesana do Rio de Janeiro, a Cáritas Arquidiocesana de São Paulo, o Centro de Direitos Humanos e Memória Popular (CDHMP) e o Instituto Migrações e Direitos Humanos (IMDH).]


O CONARE


A Lei 9474/97
  criou o Comitê Nacional para os Refugiados (CONARE), encarregado de tomar decisões em matéria de refúgio. É o CONARE que reconhece a condição de refugiado no país.

O CONARE é um órgão multi-ministerial com representantes nos seguintes órgãos:
- Ministério da Justiça, que o preside;
- Ministério das Relações Exteriores;
- Ministério do Trabalho e Emprego;
- Ministério da Saúde;
- Ministério da Educação;
- Departamento da Polícia Federal;
- Organização não-governamental (ONG), representada pela Cáritas Arquidiocesana de São Paulo;
- Alto Comissariado das Nações Unidas para Refugiados (ACNUR), que tem direito a voz, sem voto.

Hoje, as Redes de Proteção são formadas por mais de 30 organizações, presentes em praticamente todos os Estados brasileiros. Também são parte das Redes de Proteção indivíduos dispostos a compartilhar sua solidariedade com os refugiados.


O ACNUR tem ainda parcerias com a Secretaria Especial de Políticas de Promoção da Igualdade Racial (SEPPIR), a Secretaria Especial de Políticas para Mulheres e com os ministérios da Saúde, Educação, Trabalho e Desenvolvimento Social.


Plano de Ação do México


Em 2004, na cidade do México, para celebrar o Vigésimo Aniversário da Declaração de Cartagena sobre Refugiados
 , foi realizada uma ampla reflexão sobre a situação dos refugiados no mundo e particularmente na América Latina, em virtude das crises humanitárias da região e dos desafios da integração econômica dos refugiados.

Neste contexto foi assinado o Plano de Ação do México
  (PAM), que define um conjunto de medidas voltadas para encontrar soluções duradouras e inovadoras para o refúgio na América Latina. O documento foi assinado em novembro de 2004 por vinte países latino-americanos, inclusive o Brasil.

O PAM consolida a estratégia dos governos, do ACNUR e da sociedade civil para fazer avançar a proteção dos refugiados no sub-continente pelos próximos anos. Inovando ao inserir formalmente o conceito de solidariedade na agenda internacional, o PAM tem cinco objetivos bem definidos.

Desenvolvimento Teórico: promover estudos e pesquisas acadêmicas sobre a proteção dos direitos humanos e dos refugiados no contexto latino-americano.

Fortalecimento Institucional: capacitação e sensibilização de funcionários públicos para garantir o acesso à proteção internacional de todos aqueles que dela necessitem. Ampliar relações com a sociedade civil, melhorando a recepção e assistência aos refugiados, especialmente nas zonas de fronteiras.

Cidades Solidárias: buscam alternativas de integração auto-suficiente dos refugiados na sociedade.

Fronteiras Solidárias: tratam do desenvolvimento das comunidades nas zonas limítrofes às regiões em conflito, bem como da garantia de proteção e assistência aos refugiados, dado o caráter de porosidade das fronteiras na América Latina.

Reassentamento Solidário: mecanismo proposto pelo Brasil como resposta humanitária efetiva ao conflito na Colômbia e suas conseqüências nos países vizinhos que recebem o maior número de refugiados, especialmente Costa Rica, Equador, Panamá e Venezuela. Por meio do reassentamento, Argentina, Brasil, o Chile, Paraguai e Uruguai recebem refugiados que continuam ameaçados ou não conseguem integrar-se no primeiro país de refúgio.

Trabalhe no ACNUR

O trabalho com o ACNUR é variado e altamente desafiante. Pode variar de uma das muitas posições especializadas na sede da agência em Genebra aos cargos de funcionário de proteção, programa ou especialista em logística no campo, em alguns dos mais difíceis lugares do mundo, como o Afeganistão ou Libéria.

Desejamos informar todas as pessoas interessadas em trabalhar com o ACNUR que o prazo para apresentação de candidaturas para o International Professional Roster (IPR) tem decorrido. Para mais informações, por favor visite a secção “
Careers and Recruitment” no site internacional do ACNUR (em inglês).
Obrigado pelo seu interesse em trabalhar com o ACNUR.