segunda-feira, 18 de abril de 2011

Dica: CÂMBIO

CÂMBIO


Compra Venda Variação
Dólar comercial (em R$)1,59301,59501,08%
Dólar turismo (em R$)1,49001,63000%
Dólar paralelo (em R$)1,59001,73000%
Euro (em R$)2,26242,26400,37%
Libra (em R$)2,58302,58500,54%
Pesos arg. (em R$)0,39070,39140,96%

ATENÇÃO!! PRORROGADA A DATA DA ENQUETE!

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quarta-feira, 13 de abril de 2011

ATENÇÃO NOVA OPORTUNIDADE PARA TORNAR-SE VOLUNTÁRIO!!

NOVA OPORTUNIDADE DE ENTREVISTA PARA VOLUNTARIADO NA ACESSO!!!



AOS INTERESSADOS, ENVIAR E-MAIL COM CURRÍCULO PARA MONICA PEDRAZZI NO ENDEREÇO acessojr.rh@gmail.com, PARA QUE ELA POSSA AGENDAR AS ENTREVISTAS.


OS ALUNOS DE TODOS OS PERÍODOS DO CURSO DE RELAÇÕES INTERNACIONAIS DA BELAS ARTES ESTÃO CONVIDADOS.


ATENÇÃO: O PRAZO PARA O ENVIO DOS CURRÍCULOS É ATÉ DIA 18/04/2011


Noticia: Países do BRICS alavancam a demanda de energia




O presidente da Petrobras, José Sergio Gabrielli de Azevedo, participou nesta quarta-feira (13/4) como palestrante do Encontro Anual do Mecanismo de Cooperação Interbancária e Fórum Financeiro dos Países do BRICS, realizado na cidade de Sanya, na ilha chinesa de Hainan. Representantes de diversas instituições e organizações financeiras do Brasil, Rússia, Índia, China e África do Sul participaram do evento, que teve como tema “Cooperação Financeira para um Futuro Melhor”.
Durante sua apresentação, Gabrielli disse acreditar que os países do BRICS continuarão a atuar como uma “força motora para o crescimento”, o que levará a uma maior demanda por energia nesses países e trará oportunidades para empresas do setor. O presidente da Petrobras também destacou o ponto ótimo de cooperação entre os países do BRICS para empresas de energia, com a Rússia e o Brasil atuando como os principais produtores de petróleo, complementando a China e a Índia, principais refinadores.
“O Brasil apresenta a maior perspectiva de crescimento de produção, com as maiores descobertas offshore já realizadas”, afirmou Gabrielli. Ressaltou, ainda, a importância de combinar programas de financiamentos e de conteúdo local para o desenvolvimento das redes de fornecedores da indústria do petróleo. “Precisamos desenvolver a cadeia de fornecedores de produtos e serviços em nossas economias locais. Essa é a forma de minimizar os riscos da doença holandesa”, declarou.
Gabrielli também chamou atenção para as oportunidades comerciais no Brasil. “Estamos dando boas vindas às empresas parceiras dos países do BRICS para direcionar parte de suas operações para o Brasil”, disse. “Aumentar os contatos de negócios e desenvolver alianças estratégicas são os caminhos mais importantes que podemos construir”. O evento foi promovido em agenda paralela à Cúpula de Chefes de Estado e de Governo do BRICS, realizada na China, com o intuito de fortalecer laços comerciais entre os países.



FONTE: http://fatosedados.blogspetrobras.com.br/2011/04/13/paises-do-brics-alavancam-a-demanda-de-energia/#more-38205 

Dica: Panorama geral da internacionalização de empresas







O Brasil assiste, neste início de século, a uma notável expansão de seus investimentos em outros mercados, que tende a se acentuar nas próximas décadas. País tradicionalmente receptor de capital estrangeiro, o Brasil passou a figurar entre os 20 principais países investidores, em termos de estoque de investimentos nacionais no exterior, e, em 2006, pela primeira vez, o fluxo de investimentos brasileiros no exterior superou os investimentos estrangeiros no Brasil.
Em paralelo à expansão sem precedentes do volume do Investimento Brasileiro Direto (IBD), verificam-se importantes alterações nas suas características, tanto em termos de número e setores de atuação, quanto em relação à dimensão das empresas brasileiras investidoras, cada vez mais diversificadas.
Além de refletir maior competitividade e integração dos mercados internacionais, o crescimento do IBD está fortemente relacionado ao estado de desenvolvimento do País, à maturidade das empresas brasileiras e à sua capacidade de adquirir vantagens competitivas em nível regional e mundial.
Hoje, resta comprovado que o processo de internacionalização traz significativos benefícios para a empresa investidora e que, ao conjugar interesses privados e públicos, tem em sua expansão um fenômeno desejável para o País. Em termos econômicos, aumenta-se o acesso da economia nacional a novas tecnologias, fortalecem-se as operações das empresas brasileiras no mercado doméstico e geram-se spillovers positivos em outros setores da indústria.
A internacionalização permite às empresas captar novas tecnologias; acessar recursos naturais e novos mercados para se beneficiar das economias de escala; reduzir o risco do negócio por meio da diversificação de mercados fornecedores e consumidores; adquirir e desenvolver novas competências de maneira a obter maior conhecimento das necessidades dos consumidores internacionais; acessar capital de menor custo; explorar a competitividade em custos e diferenciação de produtos; estar mais próximo do cliente final; proteger-se contra taxas de câmbio desfavoráveis; contornar restrições estabelecidas por barreiras tarifárias e não-tarifárias; e dispor de fontes diversificadas de financiamento para reinvestir na produção e na inovação, entre outros. A pressão da concorrência global, a saturação ou as baixas taxas de crescimento no mercado doméstico e as políticas governamentais também são exemplos de fatores que influenciam nas decisões para a expansão internacional de uma empresa.
Estudos revelam que empresas que investem no exterior são maiores e mais produtivas. A mão-de-obra é mais bem remunerada e o tempo de permanência dos trabalhadores no emprego é maior.
De acordo com recentes pesquisas, os modos de entrada em novos países utilizados por empresários brasileiros priorizam estratégias de exportação, seguidas por alianças e parcerias, aquisições, investimentos greenfield – novas plantas, onde não havia estrutura nem produção prévia –, joint ventures e fusões, respectivamente, com a ressalva de que as estratégias podem ser combinadas.
Na qualidade de entrantes tardias no processo de internacionalização, as empresas brasileiras devem explorar suas singularidades e criatividade, bem como aquelas do nosso País, para avaliar a melhor forma de inserção nos diferentes mercados. As exportações, apesar de muitas vezes indicarem o primeiro passo no caminho da internacionalização, não são condição prévia ou indispensável para outras modalidades de inserção.
Na medida em que o Investimento Direto Externo (IDE) contribui para o aumento de competitividade, os Países em Desenvolvimento (PEDs) devem estimular o processo de internacionalização, criando condições de competitividade para que suas empresas alcem voos mais longos e duradouros no mercado internacional. O desafio para o Governo brasileiro reside, pois, em elaborar estratégias, em parceria com a iniciativa privada, que permitam transformar oportunidades em benefícios efetivos para o País, para as empresas e para a população em geral.
Diante do amplo espectro de possibilidades para a inserção internacional de uma empresa, é importante destacar que o presente sítio eletrônico dedicar-se-á exclusivamente aos Investimentos Diretos Externos, os quais contemplam modalidades de alianças e parcerias, fusões e aquisições, investimentos greenfield, joint ventures e a abertura de escritórios de representação comercial no exterior. As exportações, principal modo de entrada das empresas brasileiras em outros países, continuarão a ser tratadas em áreas especificas da BTN.

A participação dos países em desenvolvimento nos fluxos de IDE
Nas últimas duas décadas, o IDE tem-se intensificado com surpreendente velocidade em todo o mundo. De um total de US$ 485 bilhões em 1997, o fluxo mundial de IDE atingiu a cifra de US$ 1,98 trilhão em 2007, superando o crescimento da economia e do comércio globais,
Mudanças estruturais, como a liberalização do mercado financeiro internacional e a revolução dos meios de transporte e de comunicação são fatores que impulsionaram a globalização do capital produtivo e refletiram a crescente importância do processo de internacionalização da produção na economia globalizada.
Tradicionais receptores de IDE, os PEDs elevam sua participação na emissão de investimentos globais desde os anos 80. Se, em 1990, foram responsáveis por apenas 5% do fluxo total de IDE, em 2008 a cifra já alcançava 16%, e segue em expansão. (UNCTAD, 2009).
Ademais do crescimento do volume de IDEs provenientes de PEDs, também cresce de forma significativa a quantidade de PEDs engajados no processo de internacionalização produtiva. De 6 países com estoque de emissão de IDE superior a US$ 5 bilhões em 1990, eles já eram 24 em 2005. (UNCTAD, 2006).
Verifica-se, também, progressiva expansão dos investimentos Sul-Sul, entre PEDs, em sua maioria de natureza intra-regional.  Os IDEs intra-regionais na América Latina representam o segundo fluxo mais volumoso, atrás do Leste e do Sudeste Asiático, e são promovidos, essencialmente, por investidores do Brasil, do México e da Argentina. Os investimentos inter-regionais entre PEDs, a seu turno, destacam-se pelo fluxo da Ásia para África e, de forma crescente, do Brasil para a África.

O processo de internacionalização das empresas brasileiras
Desde a década de 90, o Brasil observa uma expansão sem precedentes dos IBDs, com a consolidação de grandes transnacionais brasileiras e novos investimentos por parte das médias e pequenas empresas. No espaço latino-americano, o País assumiu, em conjunto com o México, posição de protagonista no processo de internacionalização de empresas, tendo seus investimentos produtivos no exterior atingido valor total de US$ 20 bilhões em 2008.
Muito além da inédita expansão do volume dos IBDs, importantes modificações vêm ocorrendo em termos de dimensão, setor de atuação e número de empresas brasileiras investidoras, o que tem levado diferentes autores a falar em fases ou em etapas no processo de internacionalização do capital produtivo brasileiro.
Em um primeiro momento, os IBDs concentraram-se no setor petrolífero, nas instituições financeiras e na indústria de construção, em processo restrito a grandes empresas. Na etapa seguinte, houve maior participação de empresas com faturamento inferior a R$ 500 milhões. Aumentou o número de subsidiárias produtivas no exterior, bem como a participação da América do Sul como destino dos investimentos. Petróleo, construção e finanças continuaram os setores mais ativos.
Dos anos 90 em diante, com as reformas econômicas que induziram à abertura, à desregulamentação e à privatização no Brasil, teve início profunda reestruturação da indústria nacional, obrigada a renovar-se e a promover a internacionalização produtiva para sobreviver à competitividade. No entanto, turbulências financeiras e a crise cambial brasileira de 1999 mantiveram os níveis de IBD baixos.
Apenas no começo do novo século teve início o acelerado crescimento dos IBDs. A valorização do real, a liquidez nos mercados financeiros internacionais, o aprimoramento do mercado doméstico de capitais e os altos preços das commodities permitiram um cenário favorável à internacionalização que prossegue de forma sólida, mesmo apesar das crises dos últimos anos. Hoje, as transnacionais brasileiras estão presentes em mais de 80 países.
O atual processo de internacionalização que o Brasil vive é de extrema importância para seu desenvolvimento e representa marco inédito na história econômica nacional, denotando transformações estruturais na economia mundial e no padrão de desenvolvimento do País.

Fonte: http://www.braziltradenet.gov.br/Internacionalizacao/frmPanoramaGeral.aspx

Dica: Por que investir no Brasil?




Economicamente, porque o País:

• É o quinto mercado de celulares e de computadores domésticos do mundo.
• É o primeiro exportador mundial de carne bovina e de frango e o quarto maior exportador de suínos.
• É o segundo exportador mundial do complexo soja (grão, farelo e óleo).
• É o primeiro exportador mundial de açúcar e suco de laranja.
• É o quinto maior mercado e o sexto produtor mundial de veículos.
• É o maior exportador mundial e o segundo maior produtor de etanol.
• O Brasil é o segundo produtor mundial de ferro e o terceiro maior produtor de bauxita.
• É líder mundial na produção de celulose de eucalipto
• É o oitavo mercado consumidor do mundo.
• É o terceiro mercado consumidor de cosméticos do mundo.
• Possui a quarta carteira de petroleiros encomendados do mundo.
• Tem uma área de 8,5 milhões de quilômetros quadrados;
• Possui 170 milhões de habitantes e uma população economicamente ativa de 90 milhões de pessoas;
• Apresenta evolução demográfica anual de 2,5 milhões de pessoas;
• É uma porta de entrada para o Mercosul;
• Possui fronteira com dez países: Argentina, Bolívia, Colômbia, Guiana Francesa, Guiana, Paraguai, Peru, Suriname, Uruguai e Venezuela;
• O Brasil passou a ocupar o sexto lugar na economia mundial desde dezembro de 2009, conforme o Banco Mundial;
• O Brasil é responsável por metade da economia da América do Sul;
• Possui a maior e mais diversificada base industrial da América Latina e do Caribe;
• É o primeiro produtor mundial de jatos regionais e quarto maior produtor mundial de aeronaves comerciais;
• É o maior produtor mundial de café, laranja e guaraná;
• O Brasil é o maior produtor de cana-de-açúcar, juntamente com a Índia;
• Abriga a maior indústria de base florestal da América Latina;
• É um dos maiores produtores mundiais e exportadores de produtos minerais brutos e processados;
• Possui grandes depósitos de minério de manganês, estanho e ouro;
• É um dos maiores produtores mundiais de biocombustíveis;
• O Brasil ocupa o 17º lugar no ranking mundial de reservas de petróleo, e aparece na 11ª posição entre os maiores produtores do planeta;
• Possui excelente rede viária e de transporte fluvial, além de extenso litoral, com inúmeros portos;
• É um dos maiores produtores mundiais de alimento;
• O Brasil possui o maior rebanho comercial do mundo, com um número superior a 198 milhões de cabeças de gado de corte;
• É o segundo produtor mundial de alimentos orgânicos;
• É o terceiro maior produtor mundial de frutas;
• É o terceiro maior produtor de alimentos transgênicos;
• Possui um dos mais modernos sistemas de telecomunicações;
• Detém o mais moderno e avançado sistema bancário do mundo;
• A produção de bens de consumo duráveis sempre se destaca como uma das que mais cresce e tem saldos positivos no país;
• Possui uma moderna e competitiva indústria têxtil, responsável por 4,9% do PIB total da Indústria brasileira;
• O Brasil é o país que mais espaço livre tem para expandir sua fronteira agrícola, e detém a maior área de terras agricultáveis no mundo;
• Oferece excelente infra-estrutura para o turismo;
• Recebe mais de 5 milhões de turistas estrangeiros por ano;
• É o terceiro maior produtor mundial de calçados, com uma indústria de couro altamente competitiva;
• É o terceiro na produção mundial de refrigerantes;
• Possui a quinta maior indústria da borracha e ocupa o 2º lugar no ranking mundial de recauchutagem de pneus;
• Possui a sétima indústria química do mundo;
• É o oitavo maior produtor mundial de aço (27 milhões de toneladas por ano);
• Possui a décima maior indústria de papel e celulose.









Culturalmente, porque o País:

• é pacífico e multirracial;
• respeita os imigrantes e suas crenças.









Politicamente, porque o País:

• vive no regime democrático;
• possui instituições públicas estáveis, como a Câmara dos Deputados, o Senado Federal e tribunais;
• é livre de conflitos, defende leis internacionais e promove a paz e o progresso entre as nações.

Informações adicionaishttp://www.ibge.gov.br
Fonte: Ministério das Relações Exteriores (MRE), 2010. 

Dica: 30º Encontro Nacional de Comércio Exterior

O que é o 30º ENAEX - Encontro Nacional de Comércio Exterior?
>> Dois dias de eventos com palestras de autoridades do governo, líderes empresariais, especialistas brasileiros e estrangeiros em comércio internacional.
> O 30º ENAEX será realizado nos dias 18 e 19 de agosto de 2011, no Rio de Janeiro, agregando o simbolismo de ser realizado no Armazém 2 do Porto do Rio de Janeiro, o Porto Maravilha, local de comércio exterior por excelência, e trazendo a perspectiva de grande sucesso, visto o crescente aumento das operações de exportação e importação, bem como de demanda por soluções e serviços na área de comercio internacional.
> O ENAEX é um Fórum que propicia o diálogo entre os diferentes segmentos empresariais e autoridades do governo na busca de soluções para os problemas enfrentados pelos exportadores e importadores de mercadorias e serviços, bem como pelos diversos agentes e operadores que atuam na cadeia de negócios do comércio internacional.



Quem é a entidade realizadora do 30º ENAEX?
> A AEB – Associação de Comércio Exterior do Brasil é uma entidade privada, sem fins lucrativos, que há 40 anos representa o segmento empresarial de comércio exterior de mercadorias e serviços, participando de diversos foros públicos e privados na defesa dos interesses dos exportadores e importadores.
> O ENAEX conta com 29 edições realizadas, desde 1972, com expressiva participação de empresários, dirigentes de entidades de classe e autoridades do governo. A marca do ENAEX é de um evento de caráter propositivo, tendo apresentado diversas propostas para solução dos entraves e problemas enfrentados pelos exportadores e importadores brasileiros de mercadorias e serviços. Visite o site da AEB: www.aeb.org.br



Onde será o 30º ENAEX?
> O Armazém 2 do Pier Mauá – Porto do Rio de Janeiro, fica na Avenida Rodrigues Alves, s/nº, na Praça Mauá, em pleno centro histórico da cidade. Uma região em processo de revitalização que abrigará os museus de Arte do Rio (MAR) e o do Amanhã, com projeto de Santiago Calatrava, que constituirá um marco na renovação da região.
> Trata-se de local que conta com facilidades de acesso, condução farta, próximo aos aeroportos Santos Dumont e Galeão/Tom Jobim, com ambiente refrigerado e vista privilegiada do Porto e da Bahia da Guanabara. O evento contará com serviço de parking e ampla sistema de segurança. A privilegiada localização favorece o comparecimento dos participantes ao evento.
> Os painéis ocorrerão em um amplo auditório, com instalações e equipamentos modernos a fim de proporcionar aos participantes o melhor aproveitamento do evento.



Como fazer inscrição para o 30º ENAEX?
> Brevemente serão abertas as inscrições. Aguarde.



Seja um patrocinador do 30º ENAEX
>> Aumente a visibilidade de sua marca se vinculando a um evento de credibilidade nacional
> O patrocínio do evento é direcionado a todas as empresas interessadas em associar sua marca à qualidade do evento de referência do comércio exterior e alcançar um seleto grupo de profissionais, empresas, dirigentes e autoridades atuantes no mercado internacional.
> Para maiores informações, entre em contato com a AEB:

Tel.: 55-21-2544-0048 ou pelo Email: aebbras@aeb.org.br

(Fotos do evento de 2010)
FONTE: http://www.enaex.com.br/