segunda-feira, 25 de abril de 2011

Dica: Greenpeace: Amazônia

Segunda-feira é dia de falar de meio ambiente no blog da ACESSO. A propaganda da famosa ONG Greenpeace expõe, ironicamente, os tristes números do desmatamento  na floresta Amazonica. Abaixo o filme dirigido e executado por Caio Lazzuri:


Dica: As 7 demandas dos líderes do futuro

Só existem duas certezas sobre o futuro. A primeira é ser totalmente imprevisivel e que as micro mudanças serão cada vez mais velozes e impactantes. A segunda certeza é a de que o presente passou a ser o resultado do futuro, e não mais o contrário. Isso quer dizer : o futuro sempre viveu no presente, e agora é hiper intenso, tenso , e sua dialética praticamente instantanea.
As 7 demandas dos líderes do futuro já estão presentes :
  1. enTEENpreneurship: os adolescentes do mundo , na rede global não irão apenas brincar com os ” games ” – irão produzi-los, e muito mais.
  2. Micropower : o esfacelamento do macro poder pela consciencia do impacto economico sócio ambiental de cada partícula sobre o todo. Capilaridade, penetração, base da pirâmide, o jogo dos bilhões, o luxo ” for all “.
  3. Inviabilidade da condução dos dominios e poderes pela impossibilidade de comandar a informação e os papéis sociais a partir do centro. Redes centrípetas x centrífugas.
  4. Adoção dos modelos ludo-criativos nas organizações, nas estrategias de marketing, entramos na era da ” funtheory “. Infanteoria. As crianças no centro do universo, as crianças interiores de todo adulto renascidas.
  5. A pedagogia, a ciencia da educação como área vital do conhecimento para a gestão e os líderes do futuro. Organizações serão o resultado da sua capacidade educacional. Cada empresa precisará de uma pedagogia clara de vida.
  6.  ” Baby designers “,  “Body part makers “, ” pharmer of genetically engineered crops and livestock “, ”end of life planners “, ” water traders “, ” personal branders “, ” vertical farmers “, ” authorised narcotics sales man “, ” non militar defense specialistas “, ” nano medics “… estas são apenas algumas poucas novas profissões do futuro que já começou. Lideres do futuro só irão aprender com o que o caminho revelar : ” on the road ” é a regra.
  7. Líderes do futuro precisarão aprender a sair. A liderança saudável num universo mutante e dialético do imediato ,não oferecerá autorizações para a longevidade nos postos, nos cargos, nas funções ou nas respresentações. Líderes de verdade terão data marcada para sair. Por isso precisarão ser os maiores agentes da busca de novos desafios e competencias em si mesmos. O grande terminal exemplo.
 
FONTE: http://exame.abril.com.br/rede-de-blogs/cabeca-de-lider/2011/04/25/as-7-demandas-dos-lideres-do-futuro/

Dica: Por que não deixam a OTAN bombardear sossegada?!

LEMBRETE: Os pontos de vista divulgados no blog não expressão, necessáriamente, a opnião da ACESSO. O intuito é apenas repassar informações. 



Pepe Escobar, Asia Times Online 11 de Abril de 2011
http://www.atimes.com/atimes/Middle_East/MD09Ak01.html 
Traduzido pela Vila Vudu

Se o ex-supremo do Pentágono Donald (“não sabidos sabidos”[1]) Rumsfeld ainda está no ramo, deve andar furioso por não haver alvos bombardeáveis na Líbia – como tampouco havia no Afeganistão em 2001. Em matéria de pântano nos quais os EUA metem-se, a Líbia é pântano maior que o Vietnã, o Iraque e o Afeganistão somados. Mas há alguns “alvos” possíveis em umas poucas cidades ao longo da costa mediterrênea.
A chuva de Tomahawks que Barack Obama fez chover sobre as forças de Muammar Gaddafi (e uns poucos prédios) já passou. Agora, o negócio foi entregue à OTAN, que deve impor lá a tal “ação militar cinética” (na novilíngua da Casa Branca), para assim fazer acontecer a tal “mudança de regime”. Com precisão à Tag Heuer, o desastre já tem hora marcada. A OTAN adoraria bombardear tudo que aparecesse, ao estilo “choque & pavor” – mas não pode. As forças de Gaddafi são invisíveis até nas telas de computador.
Ninguém permanece no poder por 40 anos em país em desenvolvimento, sem aprender um ou dos truques militares de muito ilustres antecessores como Mao Tse Tung, chinês, ou Ho Chi Minh, vietnamita, para não falar do que sempre se aprende até de bandidos como Saddam Hussein no Iraque. Aprendida a lição que se aprende quando se deixam os próprios tanques no deserto, parados como pato, para serem bombardeados pela “coalizão de vontades” (uns poucos membros da OTAN, mais o Qatar), Gaddafi agora faz guerra leve, no melhor estilo guerrilheiro, contra os “rebeldes”.
A resposta da OTAN tem sido mais previsível que as falas nas reuniões plurilíngues que acontecem em Bruxelas: acusações de que Gaddafi estaria usando escudos humanos e teria “dispersado” os próprios tanques em Misrata, pelas ruas e praças, dentro do perímetro urbano. Tradução: os Tornado/Rafale da OTAN são inúteis; só servem para bombardear colunas de tanque que desfilem ao sol do deserto, lustrosos, brilhando, resplandecentes como em dia de desfile-de-sete-de-setembro.



Se a OTAN está furiosa, aquela malta de esfarrapados conhecida como “os rebeldes” está ainda muito mais furiosa – acusando a OTAN de não conseguir bombardear nem as cidades, nem os tanques, nem coisa alguma. O que prova que os próprios “rebeldes” – que já praticamente suplicaram que o ocidente assuma o trabalho sujo – tampouco dão alguma importância aos “danos colaterais”, mesmo que o dano colateral seja eles mesmos. Uma coisa é certa: se a OTAN fizer o que os “rebeldes” querem que ela faça, os danos colaterais serão horrendos. E a opinião pública europeia arrancará da tomada o fio que mantém em movimento essa tal de ação para mudar regime.
O circo só faz evidenciar uma vez mais que essa guerra nem guerra é: é só farsa. Franceses e britânicos já se autoconvenceram das próprias mentiras e repetem que o governo de Gaddafi agoniza. Também acreditaram nos próprios boatos segundo os quais esse saco de gatos de desertores do regime de Gaddafi, exilados de várias origens, jihadistas associados à al-Qaeda, empresários oportunistas e jovens sinceramente revolucionários teriam construído entre eles alguma coerência política e militar e – a piada máxima – seriam realmente representativos de toda a Líbia.
Há algumas semanas, a Religare Capital Markets, em Londres, estimou em 75% a probabilidade de impasse total na Líbia [“guerra empatada”], com o preço do barril de petróleo Brent crude chegando a US$130). Até parece que o neolibertador de árabes Nicolas Sarkozy e consorte, o primeiro-ministro britânico David Cameron, não leem jornais.
E a única ideia que ocorreu ao grupo não-OTANcêntrico – que veteranos das tropas de forças especiais britânicas treinariam os “rebeldes” e fariam deles máquina de combate ágil, pequena, competente, como se isso pudesse ser feito em dias ou semanas – foi proposta como “condição” para o cessar-fogo.
A guerra que, de fato, ninguém quer, exceto Sarko e Cameron, está nas telas como refilmagem ridícula de filme dos Três Patetas (aceitam-se indicações para o papel de terceiro pateta). Dá nisso, meter-se em guerra civil africana, quando até os “mocinhos” são mais imundos que as águas do Golfo do México. O condomínio governo Obama/Pentágono já tirou de campo seu equipamento novinho em folha, modelos recém-lançados no mercado. O nome do jogo agora é “estratégias & ilusões da rápida retirada” [orig. mission creep. Sobre a expressão, ver http://en.wikipedia.org/wiki/Mission_creep].
Na Sérvia, pelo menos, a OTAN sabia o que estava fazendo. Apoiou um “exército de libertação” (UCK) infestado de assassinos e traficantes, bombardeou empresas estatais (nenhuma empresa privada), usou bombas de fragmentação e de urânio baixo-enriquecido, de modo que, em seguida, as corporações multinacionais puderam assumir os negócios. E o Pentágono logo instalou enorme base militar no local (Camp Bondsteel) para policiar seu protetorado.
A Resolução n. 1973 da ONU não permite que a OTAN faça tudo isso. Os membros ocidentais dessa “coalizão de vontades”, sobretudo franceses e ingleses, para não falar do Pentágono, rezam para que, no final do túnel, brote petróleo da terra aos borbotões e surja logo, por ali, a primeira base estratégica de AFRICON/OTAN no norte da África. Mas... quem garante?
A única e última esperança de sanidade nessa loucura é a Turquia. O primeiro-ministro Recep Tayyip Erdogan propôs versão turca de um mapa do caminho para a paz na Líbia – criando corredores para chegada de ajuda humanitária e passos que levem em direção à democracia. A Turquia está em negociações com os dois lados e – pelo menos abertamente – não fala de “mudança de regime”. O mapa do caminho será discutido por alguns europeus, os EUA, alguns estados clientes do Oriente Médio e alguns poucos corpos internacionais, na próxima 4ª.feira no Qatar – reunião que, como já previmos, tem tudo a ver com orientar uma “transição” na Líbia.
Esperemos. No pé em que estão as coisas, qualquer mapa do caminho terá de comaçar por conseguir arrancar de lá a OTAN das bombas.

Noticia: Bombardeio da Otan destrói prédios de complexo de Khadafi em Trípoli

Por Agência Brasil

Um bombardeio aéreo da Organização do Tratado do Atlântico Norte (Otan) em Trípoli, capital da Líbia, provocou danos a edifícios do complexo onde fica a residência do líder do país, o coronel Muammar Khadafi. As informações são da BBC Brasil.
Segundo relatos locais, pelo menos dois mísseis atingiram a região de Bab Al Aziza, onde fica o complexo de Khadafi, na madrugada desta segunda-feira (25). Três estações de TV locais saíram do ar brevemente após as explosões.
Os ataques foram uns dos mais fortes a Trípoli desde o início das operações da coalizão internacional para proteger os civis do país de ataques de forças de Khadafi.



As operações, iniciadas no mês passado, foram autorizadas por uma resolução do Conselho de Segurança da Organização das Nações Unidas (ONU), após a forte repressão do governo líbio contra grupos de oposição que pediam a renúncia de Khadafi.
No domingo (24), forças leais a Khadafi bombardearam áreas da cidade de Misrata, no Oeste do país, apesar de o governo afirmar ter interrompido os ataques para permitir que líderes tribais locais negociassem com os rebeldes.

FONTE: http://www.redebrasilatual.com.br/temas/internacional/2011/04/bombardeio-da-otan-destroi-predios-de-complexo-de-khadafi-em-tripoli

Dica: Gustavo Santos National Branding

Boa tarde internacionalistas,

Hoje as 20:00 no auditório do Centro Universitário Belas Artes, haverá a abertura da X SEMANA DIPLOMATICA com a participaçãode Gustavo Santos ex aluno Belas Artes. Ele abordará o tema NATIONAL BRANDING - Construindo as Imagens das nações, abaixo o resumo de seu trabalho.



 
Em um mundo globalizado e homogêneo onde os Estados disputam entre si a venda de seus produtos e idéias, algum projeto de diferenciação se faz necessário para sobreviver a essa competição acirrada.
As ferramentas tradicionais de branding, publicidade, design e marketing para o posicionamento de determinados produtos perante o mercado consumidor podem ser utilizadas na complexa estrutura estatal como artifício na melhoria da percepção global e de construção ou reconstrução da imagem de uma nação, cidade ou região.
A partir dessas premissas básicas, algumas perguntas surgem para discussão e para a elaboração deste trabalho: como a imagem construída de uma nação ou de uma cidade pode trazer desenvolvimento social, investimentos, aumento do turismo, elevação do comércio internacional, valorização da cultura nacional e intercâmbio entre as nações? Como é mensurada a percepção da imagem nacional perante os outros Estados? Como os rankings globais de classificação alteram as relações entre os Estados? Os conceitos Denominação de Origem e Country of Origin são instrumentos fundamentais para as exportações dos produtos nacionais e, consequentemente, para a construção da marca nacional?
Este presente trabalho tem como objetivo tentar elucidar essas questões, lastreando suas respostas em conceitos acadêmicos tanto das Relações Internacionais quanto da Sociologia, Antropologia Cultural e Ciência Política, além de apresentar exemplos práticos de esforços de Nation Branding utilizados por alguns Estados que tenham tido resultados tangíveis e, por outro lado, experiências não tão bem sucedidas assim.
 

É POSSIVEL CONFERIR O TRABALHO NA INTEGRA ACESSANDO O SITE: http://pt.scribd.com/doc/34244980/Nation-Branding-Construindo-as-Imagens-das-Nacoes 

sábado, 23 de abril de 2011

Dica: SEMANA DIPLOMÁTICA! National Branding


(clique na imagem para ampliar)

Na segunda feira dia 25 às 20:00 teremos a abertura da X SEMANA DIPLOMÁTICA, a palestra será ministrada pelo ex aluno Belas Artes Gustavo Santos, que tratará do tema National Branding, trazendo em pauta como países trabalham para criar uma identidade e se destacarem perante a Comunidade Internacional! Você não pode perder! 
Lembrando que o evento é gratuito, aberto à comunidade e ainda vale como comprovante para as horas complementares.



quarta-feira, 20 de abril de 2011

Sugestão Cultural: Across the Universe

Quem disse que não podemos aprender um pouco mais sobre as Relações Internacionais assistindo à musicais? O filme da diretora Julie Taymor prova o contrário, Across the Universe conta atráves das músicas do famoso quarteto de Liverpool - The Beatles - a história de uma geração extremamente contestadora e revolucionária, retrantando um grupo de jovens em plena década de 60 com todas as suas guerras, lutas e ideais. O filme apresenta de um modo descontraído e encantador um outro ponto de vista sobre a terrível Guerra do Vietnã que fez vitímas milhares e milhares de jovens, além dos intensos movimentos pacifistas  "hippies" que marcaram toda uma época.


"You say you want a revolution, well, you know we all want to change the world"
(Revolution - The Beatles) 

Colaboração:  Beatriz Dias  -
5º Semestre do Curso de Relações Internacionais e 
Diretora de Comunicação e Marketing da ACESSO International Business