terça-feira, 19 de abril de 2011

Dica: SEMANA DIPLOMÁTICA

Como já é tradição do curso de Relações Internacionais do Centro Universitário Belas Artes de São Paulo, na semana que vem teremos a SEMANA DIPLOMÁTICA, várias palestras acontecerão TODOS OS DIAS do dia 25 ao dia 29 no Auditório Raphael Galvez Dazzani na Unidade II. Os mais diversos assuntos pertinentes as mais diversas áreas das Relações Internacionais serão abordados contribuindo para uma formação mais ampla além da oportunidade de conhecer profissionais de excelência da área, lembramos que o evento é aberto a comunidade e também é válido para as horas complementares!

Segue a programação completa:
Segunda Feira - 25/abril
20:00
Palestrante: Gustavo Santos
Tema: National Branding


Terça Feira  - 26/abril
09:00
Palestrante: Luis Fernando Sanná Pinto
Tema: O Profissional das Relações Internacionais

20:00
Palestrante: Facundo Guerra
Tema: Open Hardware



Quarta Feira  - 27/abril
09:00
Palestrante: Rivalter Duechas
Tema: Marcas Patentes e Propriedade Intelectual nas RI'S

20:00
Palestrante: Fernando Dias Sobrinho
Tema: Internacionalidade do Rotary Club e oportunidades para Jovens: Rotaract



Quinta Feira  - 28/abril
09:00
Palestrante: Lye Renata Prando
Tema: Marketing Internacional - o caso "Coca-Cola"

20:00
Palestrante: Frederico Arana Meira
Tema: A Indústria Brasileira nas Relações Internacionais



Sexta Feira - 29/abril
09:00
Palestrante: Gleici Domini de Souza
Tema: Sustentabilidade e o Papel das Empresas
 






Dica: Câmbio

CÂMBIO


Compra Venda Variação
Dólar comercial (em R$)1,57901,58100,57%
Dólar turismo (em R$)1,49001,63000%
Dólar paralelo (em R$)1,59001,73000%
Euro (em R$)2,26222,26410,16%
Libra (em R$)2,57792,57930,21%
Pesos arg. (em R$)0,38750,38840,59%


Notícia: Fidel anuncia em Cuba renúncia a último cargo político

por Renata Giraldi
Ex-presidente de Cuba (1976-2008) e líder da Revolução Cubana (1959), Fidel Castro, de 84 anos, anunciou nesta terça-feira 19 sua renúncia ao comando do Partido Comunista do país, último cargo político que ocupou por 46 anos. A decisão de Fidel foi publicada na coluna denominada Minha Ausência no Congresso Comunista (CC) – cujos debates começaram no último final de semana, em Havana.
As informações são da estatal Rádio Havana de Cuba. “Raúl [Castro] sabia que eu não aceitaria atualmente responsabilidade alguma no seio do partido”, disse Fidel, no artigo publicado hoje no site Cubadebate, justificando sua ausência nos debates do novo Comitê Central do Partido Comunista de Cuba (PCC), eleito nesta segunda-feira 18 no 6º Congresso do PCC.
Em 1965, Fidel assumiu como o primeiro secretário do Comitê Central do PCC, cargo que foi transmitido ao irmão Raúl Castro, que atualmente é o presidente de Cuba. Em fevereiro de 2008, Fidel anunciou sua saída da Presidência da República e passou o cargo a Raúl. Na época, ele alegou problemas de saúde.

Dica: Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata




O Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD) é um concurso público oferecido pelo Instituto Rio Branco desde 1946. Ele tem sido oferecido todos os anos de forma ininterrupta, diferentemente da maior parte dos concursos brasileiros, chegando a ter sido oferecido 2 vezes em um mesmo ano (2003).
Historicamente, o CACD oferecia de 30 a 35 vagas, algumas delas permanecendo ociosas – era muito comum o número de vagas ser maior do que o de candidatos aprovados no concurso.
Entretanto, em 2006, foram criadas 400 novas vagas para a Carreira, por meio de uma medida provisória.
Com isso, de 2006 a 2010, foram 5 concursos com cerca de 100 vagas (105 a 115): 400 vagas da medida provisória e mais 100 vagas que já eram oferecidas anteriormente pela reposição por aposentadoria (cerca de 30 a cada ano).
Está em votação um Projeto de Lei que, novamente, amplia cargos da carreira. Existe uma grande expectativa de que o projeto seja aprovado.

Notícia: Trust Me, We’re Rich

by Catharine Rampell

Within the developed world, Danes are the most trusting people and Chileans the least, according to new data from the Organization for Economic Cooperation and Development.
The results are based on survey responses to the question, “Generally speaking would you say that most people can be trusted or that you need to be very careful in dealing with people?” Within the United States, just less than half of people expressed a high level of trust in others.

Source: Organization for Economic Cooperation and Development

 Across the countries included in the analysis, levels of trust have increased modestly on average over the last decade. From an economic standpoint, that is probably a good thing, as higher levels of trust can help foster better economic relations. You’re more likely to do business with someone if you don’t assume that person will cheat you.
But this relationship is likely a two-way street: Not only does trust affect economic conditions, but economic conditions may also affect trust.
O.E.C.D. analysts found that higher levels of trust were generally correlated with higher household income levels:

Source: ESS (European Social Survey), ISSP (International Social Survey Programme), O.E.C.D. (2008) Growing Unequal? Income Distribution and Poverty in O.E.C.D. Countries (www.oecd.org/els/social/inequality).

Again, it’s not clear which is cause and which is effect. “Trust may promote gainful economic activity, or trust may be a luxury affordable only by richer countries,” the group’s report says.
Additionally, higher levels of income inequality correlated with lower levels of trust. The relatively egalitarian Nordic countries like Denmark, for example, have high levels of trust. On the other hand, more unequal societies like Mexico and Turkey have relatively low levels of trust.

 Source: ESS (European Social Survey), ISSP (International Social Survey Programme), O.E.C.D. (2008) Growing Unequal? Income Distribution and Poverty in O.E.C.D. Countries (www.oecd.org/els/social/inequality).

The causal relationship is debatable here as well.
“Income inequality may make it more difficult for people in different strata to share a sense of common purpose and to trust each other,” the report says. “Or low levels of trust may impede positive social bonds developing, which in turn contributes to high inequality.”


FONTE: http://economix.blogs.nytimes.com/2011/04/18/trust-me-were-rich/?ref=economy

Notícias: Pequenas empresas buscam contabilidade global

Em artigo, Adão de Matos Júnior fala sobre a convergência das normas
por Adão de Matos Junior
A boa fase econômica do Brasil nos últimos anos, apresentando um resultado sólido – a nossa perspectiva de crescimento do PIB neste ano já é de 8% -, trouxe consigo a necessidade de demonstrações financeiras mais adequadas ao novo momento.
A adoção do IFRS (International Financial Report Standard) nos balanços de grandes empresas no Brasil, por exemplo, revolucionou a contabilidade brasileira — e mexerá agora com as micro e pequenas empresas. A partir de 2011 elas também terão que se adaptar a esta “nova maneira de se fazer contabilidade”.
De acordo com estudo realizado pelo Sebrae em 2006, 62% das empresas exportadoras são micro e pequenas, o que equivale a 2,3% do valor total das exportações brasileiras. Isso poderá sofrer um acréscimo porque muitas pequenas empresas estarão apresentando seus balanços de modo que possa ser lido em qualquer parte do planeta, favorecendo seus negócios. E isso se dará devido à adoção do IFRS. Isso significa que a contabilidade se tornou parte essencial para realização de práticas comerciais pelas empresas brasileiras.
Por outro lado, as empresas também mudaram a visão do papel do contador. E o reconhecimento das suas atividades na companhia têm sido imenso. As micro e pequenas empresas brasileiras – que representam, segundo Sebrae, 98% das companhias do Brasil, gerando cerca de 20% do PIB (Produto Interno Bruto) do País – não tinham em sua cultura o fato de que uma contabilidade fizesse parte de seu negócio; ou a tinham apenas como uma necessidade para se prestar contas ao fisco, geração das guias de impostos, folha de pagamento, dentre outras tarefas.
No entanto, agora elas estão atentas à importância da contabilidade como uma nova visão gerencial, como fonte de continuidade de seu negócio ou de atrair investimentos para o crescimento de sua empresa.
Quem ganha com tudo isso são o sistema empresarial, o mercado e os investidores, que cada vez mais têm em suas mãos as demonstrações financeiras uniformes e transparentes. 


Fonte: http://www.financialweb.com.br/noticias/index.asp?cod=71243

Dica: Como posso me tornar um diplomata?

 

Apesar de muitos pensarem que a carreira de diplomata é de indicações políticas, para ser diplomata é necessário prestar um concurso público, o Concurso de Admissão à Carreira de Diplomata (CACD), realizado pelo Instituto Rio Branco (IRBr) desde 1946.
Com a maior inserção internacional do Brasil, há uma maior valorização da carreira: em 2006, o número de vagas saltou de 32 para 105, quantidade que vem sendo mantida desde então.
Para ser admitido como diplomata após a aprovação no concurso, é preciso preencher requisitos básicos:
  1. Ser graduado em qualquer curso de nível superior;
    Não é necessário ser graduado em cursos específicos, como Direito ou Relações Internacionais. Profissionais de qualquer área são bem-vindos na carreira de diplomata, sejam eles de exatas, biomédicas ou humanas.
  2. Ser brasileiro nato;
    Está previsto pela Constituição Brasileira: para ser um diplomata, é necessário ser brasileiro nato. Não são aceitos indivíduos naturalizados brasileiros na carreira de diplomata.
  3. Ter, no mínimo, 18 anos;
    Não existe limite máximo de idade! Para ser admitido na carreira, apenas é necessário ter completado a idade mínima.
  4. Estar em dias com as obrigações militares e eleitorais;
  5. Estar apto física e mentalmente para o exercício das atribuições da carreira.
  6.  
     Fonte: http://www.cursoclio.com.br/a-carreira/sobre-como-tornar.asp